Archive for outubro, 2010


Dois Tempos

postado por Simanca @ 11:40 AM
30 de outubro de 2010


Duas Línguas…

postado por Simanca @ 5:19 PM
29 de outubro de 2010


Religião e Eleição

postado por O Ferrão @ 9:43 AM
28 de outubro de 2010


Polvo e Lula

postado por Simanca @ 3:37 PM
27 de outubro de 2010


Cau Gomez recebe prêmio internacional em Istambul

postado por Cau Gomez @ 10:54 PM
26 de outubro de 2010

É tarefa árdua descrever em poucas linhas o sentimento impregnante que fica ao pisar pela primeira vez em Istambul, na Turquia. Trata-se de uma grande e populosa cidade, dotada de construções milenares, onde as centenas de mesquitas com seus minaretes e os suntuosos palácios dos antigos sultões se destacam na paisagem e impressionam os curiosos ocidentais.

Istambul é a única metrópole do mundo que é dividida ao meio entre dois continentes: a Ásia, situada na parte Oriental, e a Europa, na porção Ocidental. Entre as duas margens está o Mar Bósforos; ao norte, o Mar Negro e, ao sul, o Mar de Mármara, antigo Mar Egeu.

Esta mistura de culturas a torna um local inusitado e singular no planeta, onde, por exemplo, os visitantes podem observar o choque entre o conservadorismo da religião muçulmana – que faz com que as mulheres cubram a cabeça e o corpo com véus e até burcas, rezando cinco vezes ao dia -, enquanto outras mulheres da parte ocidental ostentam piercings, tatuagens, minissaias, cabelos pintados, forte maquiagem e celulares da moda.

A força do turismo e a riqueza do local são refletidas no efervescente comércio, abarrotado de lojas e tendas por todo o lado, principalmente na região do Grande Baazar, que hipnotizam os visitantes de várias nacionalidades com milhares de tapetes, joias, couros, luminárias, lenços, espelhos, doces, chás e muitos outros souvenirs. Acostumados com o frenético fluxo de turistas do mundo todo, os vendedores turcos fazem de tudo para mostrar simpatia na disputa para conquistar os novos clientes, chegando a ensaiar frases de outros idiomas, como o espanhol, inglês, francês e até português.

E foi em meio a este cenário que cerca de 15 desenhistas de diversos países do mundo foram convidados  para receber a importante premiação internacional na última terça-feira, 19, em Istambul, promovido pela Aydin Dogan Foundation. A Competição Internacional “Aydın Doğan International Cartoon Competition” realizada na Turquia é considerada o Oscar dos Cartoons no mundo. Do Brasil, o cartunista mineiro radicado em Salvador, chargista do Jornal A TARDE, Cau Gomez, e o gaúcho Moa Knorr, foram agraciados com o “AWARD OF SUCCESS”, composto por dois troféus, diploma e uma quantia em dinheiro cada, em uma pomposa e solene cerimônia, com a presença do Ministro da Cultura da Turquia e mais de 500 convidados. Foram premiados também artistas da Polônia, Romênia, Rússia, Ucrânia, República Tcheca, Irã e Turquia.

Eles foram selecionados por um rigoroso júri entre mais de 2.500 cartoons de 86 artistas de 73 países do mundo. Todos os trabalhos foram publicados em um álbum, distribuído entre os finalistas, e ficarão expostos em exibições pela Turquia na Aydin Dogan Culture and Art Gallery em Ankara, capital da Turquia, no Hotel Hilton de Istambul, no Pera Palas de Istambul, na Universidade de Belas Artes de Istambul, no Antalya’s IC Airport Hotel e nas cidades turcas de Erzurum, Gümüşhane, Edirne and Antalya. Depois, os trabalhos serão expostos nos seguintes países: Moldova, China, Chipre, Japão e Grécia.


Cartum do artista Cau Gomez que foi premiado na Turquia


Bolinha…

postado por Simanca @ 9:01 AM
26 de outubro de 2010


Guerras

postado por Simanca @ 9:01 AM
26 de outubro de 2010


Bolinha vs. Balão

postado por Simanca @ 9:01 AM
26 de outubro de 2010


Obama e a Religião

postado por O Ferrão @ 10:06 AM
23 de outubro de 2010

Dada a crescente diversidade das populações nos Estados Unidos, os riscos de sectarismo sãos maiores que nunca. O que quer que nos tenhamos sido nós não somos mais uma nação cristã. Pelo menos não somente. Somos também uma nação judaica, uma nação muçulmana, uma nação budista, uma nação indu e uma nação de descrentes.

E mesmo que tivéssemos só cristãos entre nós, se expulsássemos todos os não cristãos dos Estados Unidos da América, o cristianismo de quem ensinaríamos nas escolas? Seria o de James Dobson? Ou de Al Sharpton? Que passagem das escrituras deveriam instruir nossas políticas públicas? Deveríamos escolher o Levítico que sugere que a escravidão é aceitável? E que comer frutos do mar é uma abominação? Ou poderíamos escolher o Deuteronômio, que sugere apedrejar seu filho se ele se desviar da fé. Ou deveríamos ficar apenas com o Sermão da Montanha, uma passagem tão radical que é de se duvidar que o nosso próprio Departamento de Defesa sobrevivesse à sua aplicação.

Nós… Então antes de nos empolgamos vamos ler as nossas Bíblias agora. As pessoas não tem lido a Bíblia, o que me traz ao meu segundo ponto: que a democracia exige que aqueles motivados pela religião traduzam suas preocupações em valores universais, ao invés de específicos de uma religião. O que eu quero dizer com isso? Ela requer que as propostas delas estejam sujeitas a discussão e sejam influenciadas pela razão. Eu posso ser contrário ao aborto por razões religiosas, para tomar um exemplo, mas se eu aprovar uma lei proibindo esta prática eu não posso simplesmente recorrer aos ensinamentos de minha igreja ou invocar a vontade divina. Eu tenho que explicar porque o aborto viola algum princípio que é acessível a pessoas de todas as fés, incluindo aqueles sem fé alguma.

Agora isto vai ser difícil para alguns que acreditam na inerrância da Bíblia, como muitos evangélicos acreditam, mas em uma sociedade pluralista nós não temos escolha. A política depende das nossas habilidades de persuadir uns aos outros de objetivos comuns com base em uma realidade comum. Ela envolve negociação, a arte daquilo que é possível. Em algum momento fundamental, a religião não permite negociar; é a arte do impossível. Se Deus falou, então espera-se que os seus seguidores vivam de acordo com os éditos de Deus, a despeito de suas conseqüências. Agora, baseados na vida de uma pessoa em compromissos tão inegociáveis pode ser sublime, mas basear nossas decisões políticas em tais compromissos poderia ser perigoso. E se você duvida disso, deixe-me dar um exemplo. Nós todos conhecemos a história de Abraão e Isaque. Abraão foi ordenado por Deus a sacrificar seu único filho. Sem discutir ele leva seu filho Isaque montanha acima até o topo e o amarra ao altar. Levanta a sua faca. Prepara-se para agir… como Deus ordenara. Agora nós sabemos que as coisas não deram certo; Deus envia um anjo para interceder bem no último minuto. Abraão passa no teste da devoção a Deus.

Mas é justo dizer que se qualquer um de nós, ao sair desta igreja, visse Abraão no telhado de um prédio levantando sua faca, nós iríamos, no mínimo, chamar a polícia. E esperaríamos que o Departamento de Serviços à Criança e Família tirasse a guarda de Isaque de Abraão. Nós faríamos isso porque nós não ouvimos o que Abraão ouve, nós não vemos o que Abraão vê. Então o melhor que podemos fazer é agir de acordo com aquelas coisas que todos nós vimos, e que todos nós ouvimos.

A jurisprudência é o bom senso básico. Então nós temos algum trabalho para fazer aqui, mas eu tenho esperança que nós podemos transpor o hiato que existe e superar os preconceitos que todos nós, em maior ou menor grau, trazemos a este debate.

Eu tenho fé que milhões de americanos querem que isto aconteça. Na importa quão religioso eles possam ser, ou não ser, as pessoas estão cansadas de ver a fé ser utilizada como ferramenta de ataque. Elas… elas não querem que a fé ser usada para diminuir ou dividir porque elas vêem a fé em suas próprias vidas.


Salvador. Pior do que tá…

postado por Simanca @ 5:15 PM
22 de outubro de 2010

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