Acordo sobre programa nuclear

postado por Simanca @ 11:46 PM
26 de novembro de 2013

iran


EUA x Irã

postado por Iloma Sales @ 8:14 AM
25 de novembro de 2013

by Aziz


Sanções contra Irã

postado por Simanca @ 12:20 AM
13 de agosto de 2010


Pedras e armas nucleares

postado por Simanca @ 3:06 PM
4 de agosto de 2010


Pedradas iranianas

postado por O Ferrão @ 3:15 AM
4 de agosto de 2010

EDITORIAL

Lapidação — ou morte por apedrejamento — é sentença dos tempos bíblicos. Jesus, um grande ativista dos direitos humanos, sustou a morte por esse modo de uma adúltera, segundo narram os Evangelhos. No Irã do século 21 depois de Cristo persistem execuções assim bárbaras. A teocracia dos aiatolás, presa ao fanatismo, resiste a humanizar-se.

O caso de Sakineh Mohammadi Ashtiani, 43, mãe de dois filhos, ilustra bem a cultura e os métodos de líderes iranianos. Viúva, é acusada de relacionamento “ilícito” com dois homens, em um dos casos “estando casada”. Adúlteras são enforcadas ou enterradas até o busto, e sobre elas chovem pedras miúdas para morte lenta, atiradas por homens. A mulher já recebera 99 chicotadas.

O presidente Lula, que a princípio se negou a intervir para salvar a ré, cedeu, ao que parece, a conselho de sua candidata Dilma Rousseff, que na mediação entreviu dividendos eleitorais. Até aqui não há reação oficial do “irmão” Ahmadinejad, mas uma agência noticiosa conservadora, ligada à teocracia iraniana, julgou ingerência indevida a oferta de asilo à condenada, embora ressalve o estofo “emotivo” do presidente.

De qualquer modo, e sabe-se lá com que grau de sinceridade, a mediação tardia do Brasil reforça a solidariedade internacional. Os Estados Unidos, que temem a execução de cidadãos americanos considerados espias, logo a secundaram. Resta ver se o Irã, flexível antes a pedidos do Brasil, o atenderá desta vez. Se não, estaria criado um contencioso diplomático.

Em direitos humanos Lula tem agido de forma contraditória. Recusou uma palavra em favor dos presos políticos cubanos, insistiu em apoiar um governo discricionário e cruel, que ameaça incendiar de vez o Oriente Médio com um programa nuclear supostamente dirigido para a bomba. Contraria posições ocidentais, e até mesmo da Rússia. Agora, ao pedir por Ashtiani, mostra o lado humanitário. Por ora tem o mérito de forçar o Irã a divulgar o caso pela primeira vez.

Hoje em A Tarde


Apelo de Lula é visto como interferência por iranianos

postado por Simanca @ 1:59 AM
4 de agosto de 2010

O establishment conservador do Irã parece ter reagido friamente a um apelo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para permitir que a iraniana Sakineh Ashtiani, acusada de adultério em seu país, obtenha asilo no Brasil e não seja morta por apedrejamento. Embora nenhuma autoridade iraniana tenha comentado a oferta brasileira, a Jahan News, serviço de notícias ultraconservador do Irã, considerada uma agência que reflete fielmente o pensamento do governo, informou, no domingo, que o apelo de Lula era uma “clara interferência nos assuntos domésticos do Irã”. Ainda segundo a agência, a oferta brasileira foi feita “sob influência da mídia estrangeira”.

A reação ao apelo feito no fim de semana pelo presidente Lula pode criar uma distensão na relação cada vez mais cordial entre Irã e Brasil. O caso pode também reforçar o que os críticos do regime iraniano encaram como uma forma primitiva de justiça, particularmente repulsiva quando se trata de mulheres. Sakineh, de 43 anos, pode não ser apedrejada porque o Judiciário iraniano ainda está examinando a sentença proferida por um tribunal de primeira instância. De acordo com a Jahan News, em vez disso, ela seria enforcada.

Sakineh foi acusada de ter uma “relação ilícita” com dois homens. Ela negou as acusações. O caso da iraniana chamou a atenção do mundo para a reputação do Irã com relação aos direitos humanos. O país é um dos poucos que aplicam a pena capital para casos de adultério.

No início, Lula havia rejeitado os pedidos de grupos de defesa dos direitos humanos para usar sua influência com o Irã e tentar impedir a execução de Sakineh. No entanto, ele mudou de ideia no fim de semana, durante uma viagem de campanha ao lado de sua candidata, Dilma Rousseff. “Se minha amizade e afeição pelo presidente do Irã são importantes e se essa mulher está causando problemas lá, nós a acolheremos aqui no Brasil”, disse. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Em A TARDE

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A pressão internacional livrou a iraniana Sakineh Ashtiani do apedrejamento, mas ela ainda poderá ser enforcada. O Irã quer recusar a oferta de asilo oferecida pelo Presidente Lula, mas se ele se comprometer a negociar com o Irã, ele poderá salvar a vida de Sakineh — envie uma mensagem para o Lula peça para ele não desistir até que a Sakineh seja salva:

Envie uma mensagem agora!


Polvo teocrático

postado por Simanca @ 11:43 PM
29 de julho de 2010

“Polvo é símbolo da decadência…” Ahmadinejad

Veja também:

LULA  REJEITA SE ENVOLVER EM CASO DE IRANIANA CONDENADA AO APREDEJAMENTO

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ASSINE AQUI a carta aberta contra o apedrejamento até a morte de Ashtiani

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Lula rejeita se envolver em caso de iraniana condenada ao apedrejamento


Cadeirinha

postado por Simanca @ 10:41 AM
11 de junho de 2010


Acordo Nuclear

postado por Simanca @ 10:05 AM
18 de maio de 2010


Eleições bombásticas

postado por Cau Gomez @ 7:00 AM
15 de junho de 2009

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